sábado, 8 de janeiro de 2011
BMW
BMW
Tell me something. And i will forget.
Show me something. And i can remember.
Envolve me. And i will understand.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Havia uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
Carlos Drummond de Andrade
via
http://www.jornaldepoesia.jor.br/agportal.htm
Havia uma Pedra no meio do Caminho
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
Carlos Drummond de Andrade
via
http://www.jornaldepoesia.jor.br/agportal.htm
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra
Carlos Drummond de Andrade
via
http://www.jornaldepoesia.jor.br/agportal.htm
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A MANHÃ E A NOITE
A MANHÃ E A NOITE
Era uma noite de tempestade
E descuidado eu passeava à beira do mar
Cismando em silêncio nas coisas do mundo.
O vento soprava forte e bravio.
Brancas de espuma as ondas rolavam
Rugindo ferozes nas trevas da noite.
E as águas do mar despedaçavam-se
Contra as muralhas da minha cidade.
A noite passou, veio a manhã do dia seguinte
E descuidado fui passear à beira do mar.
O ar era doce e o tempo de paz.
Soprava uma brisa vinda de longe
Suave carícia à flor da água
Serena e calma do mar sem fim.
E o sol radioso brilhava em glória
Sobre as muralhas da minha cidade
Poema galês, de Tradição Oral, do Século XVII, in “A Perfeita Harmonia , Poemas Celtas da Natureza”, Tradução de José Domingos Morais, Assírio & Alvim, Edição 0961, 2004, Lisboa.
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